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Bruno Sá participou de um debate com Frederico Varandas visando a candidatura à presidência do Sporting. Após o debate, que pode ser revisto na íntegra, o candidato falou com os jornalistas.

«Vim representar aqueles que não podem debater, que não podem se expressar. Meu objetivo era mais esclarecer do que apresentar meu programa. A desconexão com os sócios é minha maior preocupação. É possível vencer e representar todos os sócios».

«Independentemente de quem saia vencedor, e sinto que estou preparado para isso, é crucial que não haja carta branca. Uma oposição vigilante é necessária, e uma boa votação é importante para fortalecer essa opinião»

«Meu questionamento é parte da minha essência como jornalista. Muitos me conhecem apenas pelo Cantinho do Sá, mas não é o momento de apresentar nomes. Meu programa é mais aceitável do que o do atual presidente. Mais do que as propostas, havia muitas coisas a esclarecer. O que eu tinha para apresentar já foi feito por escrito. Foi uma oportunidade de esclarecer várias questões, representei os sócios e busquei justificativas. Minhas propostas foram entregues no papel, e não oralmente».

«Sobre Rui Borges? Afirmei que, se eu fosse Frederico Varandas e não desse condições ao treinador, já teria renovado. Vou entrar nesta fase da temporada e preciso analisar os resultados. Não posso comentar neste momento, a meio da temporada. Quero ver o Sporting tricampeão. É vital que as pessoas compareçam para votar e mantenham uma posição vigilante. A direção está se transformando em um clube de clientes, enquanto eu sou dos sócios».

«Sobre 2030? Não faço promessas; a decisão estará nas mãos dos sócios. Tudo dependerá da votação. Espero que certas situações não ocorram. Se eu não vencer, e os sócios me derem uma boa votação, a decisão será deles. É fundamental que compareçam para votar e contribuam para uma oposição vigilante».

«Ruben Amorim e o diretor desportivo invisível? Não vou comentar. Havia um conjunto de pessoas que tomava decisões no Sporting. O projeto de Frederico Varandas baseou-se em Ruben Amorim e nessas pessoas. Não faz sentido falar sobre isso. Era Antero Henrique? Prefiro não entrar em detalhes. A direção sombra também fez parte do Sporting, mas já não está aqui».

«Diretor desportivo? Isso é parte do meu projeto. Vou desenvolver um plano baseado não apenas no treinador, mas também no diretor desportivo e em um conjunto de pessoas além do treinador. Rui Borges tem um perfil diferente de Ruben Amorim, mas não recebeu o mesmo apoio».

«Investimento em modalidades? Não vou citar nomes. O Sporting se fecha para investimento e para pessoas que desejam investir nas modalidades e no clube, com medo de que essas pessoas queiram ser presidentes do Sporting».

As eleições para a presidência do Sporting estão agendadas para o dia 14 de março. Frederico Varandas, o atual presidente e recandidato, e Bruno Sásão os únicos candidatos.

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