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Luís Pinto analisou o triunfo do Vitória SC frente ao Sporting por 2-1 na Taça da Liga. Técnico respondeu a questão do Bola na Rede.
Luís Pinto respondeu a uma pergunta do Bola na Rede após o triunfo do Vitória SC sobre o Sporting por 2-1, que garantiu a passagem à final da Taça da Liga. A equipe de Guimarães agora aguarda o vencedor do confronto entre Benfica e Braga, correspondente à segunda meia-final da competição.
Bola na Rede: Taticamente, o que mudou na estratégia desde o último jogo com o Sporting no trabalho com e sem bola para conseguir este resultado?
Luís Pinto: No trabalho sem bola, inserimos mais um jogador na primeira pressão. No primeiro jogo, só estávamos a colocar um dos extremos mais à frente quando o Sporting fazia a construção com três jogadores. Neste jogo, decidimos manter sempre um dos extremos altos: fosse o Camara, fosse o Noah [Saviolo], independentemente da forma como estivessem a construir (2+2; 3+1). Isso nos permitiu dar mais números à nossa primeira pressão e criar mais dificuldades ao adversário. Mesmo quando a bola era recuada para Rui Silva – que aconteceu várias vezes – conseguíamos continuar a pressionar e a estar mais altos no campo. Do ponto de vista defensivo, essa foi a grande alteração. Ofensivamente, focamo-nos em jogar mais pelo corredor central no meio-campo ofensivo. Tentamos fazer com que os nossos médios jogassem mais. Principalmente na primeira parte, não conseguimos explorar tanto o corredor central quanto poderíamos, mas quando o fizemos, tivemos posse de bola e até uma oportunidade do Diogo Sousa com um remate de fora da área. Na segunda parte, conseguimos conectar-nos mais frequentemente e explorar as costas dos médios. Creio que essas foram as duas principais diferenças que implementamos e que acabaram por se refletir no jogo, surtindo efeito.
