A Livraria Lello, no Porto, antecipa o Dia dos Namorados com uma iniciativa que procura misturar literatura e reflexão crítica. Esta quinta-feira, pelas 21h00, o espaço recebe a sessão “Amor, Liberdade e Censura: Livros que Não se Calaram”, um encontro dedicado à força da palavra poética perante limites e silenciamentos.

A iniciativa convida o público a pensar o amor para lá do romantismo, colocando-o em diálogo com a liberdade de expressão e com os mecanismos que, ao longo do tempo, tentaram condicionar a criação literária. Em foco estará o papel da poesia enquanto forma de resistência.

O ponto de partida será a experiência de João Habitualmente (Luís Fernandes), poeta, psicólogo e académico, que irá abordar diferentes formas de censura, das mais explícitas às mais subtis, como a autocensura. A intervenção irá articular leitura literária e perspetiva científica.

A sessão integra ainda momentos performativos, havendo espaço para recitar poesia (IN)COMUM, que dará voz a textos marcantes dos séculos XX e XXI em Portugal, centrados nos temas do amor, da liberdade e da repressão. A declamação pretende reforçar a dimensão viva da literatura e a sua capacidade de criar espaços de escuta e pensamento.

A participação é gratuita, mediante inscrição prévia no site da Livraria Lello.

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