No âmbito do evento de apresentação do estudo “ULisboa Startup Impact Report 2025”, realizado hoje no Centro de Congressos do Pavilhão de Portugal, a Universidade de Lisboa (ULisboa) foi mais uma vez destacada pela sua relevância no ecossistema empreendedor nacional. O relatório, elaborado em colaboração com a Dealroom, revela o impacto económico e social das startups com vínculos à ULisboa.
De acordo com os resultados do estudo, a ULisboa ocupa a primeira posição no Ranking das Universidades Empreendedoras de Portugal, uma métrica nacional que avalia instituições de ensino superior com base em critérios de empreendedorismo, inovação e capacidade de transferir conhecimento científico para o mercado e a sociedade.
O relatório apresenta dados significativos sobre o impacto gerado pela comunidade ULisboa:
- Mais de 1000 startups fundadas por alunos, docentes, investigadores e ex-alunos, com presença em mais de 40 países.
- Um valor agregado superior a 24 mil milhões de euros em avaliação de mercado para estas startups.
- Mais de 850 milhões de euros captados em capital de risco desde 2024, destacando a atratividade internacional destas iniciativas empreendedoras.
- Mais de 170 spin-offs académicos, empresas criadas a partir de investigação científica gerada na universidade.
- Entre os negócios fundados por alumni da ULisboa, quatro das seis empresas atualmente consideradas unicórnios em Portugal — nomeadamente Talkdesk, Tekever, OutSystems e Anchorage Digital — têm origem em trajetórias acadêmicas na ULisboa, contribuindo para o reconhecimento internacional da instituição como um motor de inovação.
A ULisboa também se destacou no European Spinouts Report 2025, figurando entre as 32 universidades europeias mais influentes na criação de spinouts e destacando-se nas áreas de robótica, evidenciando o impacto da investigação científica e tecnológica produzida nas suas unidades.
Luis Ferreira, Reitor da ULisboa, sublinha a importância dos dados revelados, afirmando que «estes números refletem o compromisso contínuo com a promoção de uma cultura empreendedora, o investimento em estruturas de apoio à inovação, como centros de transferência de conhecimento, incubadoras e programas de aceleração, e o trabalho conjunto da comunidade acadêmica».
